Escola Aberta

Escola Aberta

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Pais, filhos, escola


A criança passa boa parte do dia na escola em companhia da professora e das “tias” e “tios” ou praticamente o dia todo. A colaboração entre pais e professores tem que existir para o bem-estar do pequeno. O professor deve seguir as recomendações extras dos pais e estes devem depositar confiança no educador. Afinal, todos estão trabalhando em conjunto para a satisfação da criança.

Contudo, os pais precisam trabalhar o dia todo ou meio período para prover o sustento, a segurança e a dignidade em casa. Com isso, boa parte dos pais não tem 24 horas para estar com seu(s) filho(s). Quando os progenitores, principalmente as mães, encontram seu filho têm a tendência de satisfazer todas as vontades da criança como meio de suprir a carência afetiva do tempo em que o pequeno esteve na escola. Porém, quando chegam à sala, as crianças não conseguem entender o valor de um “não” ou simplesmente ignoram qualquer limite a ser respeitado.


A criança compreende quando os pais se sentem na posição de culpados e tentam ao máximo usufruir desta situação, pois dentro destas circunstâncias os pequenos é quem têm o poder, o domínio.


O fato de dar muita liberdade ou liberdade total ao infante faz com que as oportunidades de aprender o que é viável do que não é não fique clara, mesmo depois na fase mais madura.


A verdade é que o infante não precisa das 24 horas de dedicação porque, dessa forma, a autonomia da criança não é formada e pode ocasionar na formação de um indivíduo inseguro, influenciável a amizades.


É importante que os pais percebam um fato: não é a quantidade de tempo o que faz diferença crucial, mas sim a qualidade desse tempo, ou seja, de que forma foi aproveitado e quais foram os pontos positivos observados. Um simples gesto de perguntar como foi o dia da criança e de mostrar interesse é bom, pois o pequeno se sente valorizado. Um convite para dormirem juntos às vezes, ou lerem uma história juntos ou de brincar um pouco antes de sair para o trabalho ou de almoçar, faz diferença para o bom convívio entre pais e filhos.


Não é necessário que os pais se sintam culpados por não atender todas as vontades do seu filho, pois a criança estará crescendo de forma madura em casa, na escola, na interação com outras pessoas se sentir-se valorizada e amada no tempo disponível em cada momento da vida dela. 

 
fonte: http://educador.brasilescola.com/orientacoes/pais-filhos-escola.htm

A relação “Pai e Filho” perante o rendimento escolar

     Como se não bastasse a onda de violência e criminalidade que atinge o país todo e o mundo, temos ouvido nos últimos tempos, muitas notícias de filhos que matam seus próprios pais em situações de extrema crueldade. Problemas e dificuldades familiares são expostos nas páginas criminais dos principais jornais.
     Pais e mães com filhos adolescentes ou pré-adolescentes têm recorrido a profissionais como psicólogos, psiquiatras e educadores, na procura de respostas e conselhos sobre o que fazer com seus filhos quando esses costumam apresentar problemas como: comportamentos socialmente inadequados, dificuldades de relacionamento interpessoal, bem como problemas de adaptação escolar e aprendizagem. As maiores queixas ficam entre os comportamentos sociais inadequados e dificuldades de convivência familiar. A situação anda tomando uma tal proporção, que alguns pais começam a trancar a porta de seus quartos, na hora de dormir, e enquanto outros vão mais longe ainda, blindando as paredes e portas de seus quartos.
   Horrorizados, muitos se perguntam “o que estará acontecendo com nossos jovens?” E, penso eu, que a questão poderia ser pensada de outra forma: “O que estará acontecendo com nossos pais e mães que parecem estar esquecidos de sua função de educadores desses jovens?”
    Olhando um pouco para trás, percebemos que a partir da década de 60 e da revolução sexual, tivemos o início de uma transformação nos costumes e valores válidos em nossa sociedade. Entre tantos outros conceitos questionados, os modos de educação mais repressores foram postos em cheque, e começou a se erguer a bandeira da educação mais liberada para prevenir os “traumas” que uma educação muito repressora poderia causar na vida emocional dos filhos.
    Ainda, com o desenvolvimento das pesquisas na área da psicologia e psicanálise, enfatizando a importância da influência do ambiente na formação de um indivíduo, a questão da educação dos filhos tem merecido um maior cuidado por parte de educadores, psicólogos e estudiosos de várias áreas. Muitas são as teorias novas que surgem sobre o que fazer, como proceder, tudo na tentativa de orientar os pais nessa difícil tarefa.
Com isso, tivemos uma mudança de panorama.
Se pelas gerações antigas a criança era tratada como um “mini-adulto”, sem direito a desejos e vontades, sem direito a quaisquer cuidados especiais em respeito à sua condição de criança, parece-me que as gerações mais jovens, talvez tenham pecado pelo excesso, no sentido inverso, passando a tratar a criança como um “rei no trono”.
    Tudo passaria a ser motivo de trauma para a criança e para o adolescente. Se uma criança apanhava, era castigada, ou apenas repreendida, já se poderia considerar isso como motivo de trauma.
É claro que não estou falando aqui a favor de prática de maus-tratos contra a criança ou o jovem, e isso é uma questão seriíssima que vem sendo tratada com muito mais respeito, nos últimos tempos, graças também a essa transformação social que se operou, e que mereceria outro momento de discussão. Mas, nem de longe, podemos pensar que pais e mães não possam repreender seus filhos. Essa é uma função muito importante no processo de educação. A educação é feita com base no afeto que se transmite ao filho, e com base no limite que se pode dar a ele também. A criança precisa conhecer o amor, a amizade, o respeito e a consideração, mas também, quais são os limites que ela tem de respeitar, entre a vida dela e a do outro, para que ela possa tornar-se um ser humano apto para a vida em comunidade.
     A atenção e o respeito que devem ser dados à criança não podem provocar uma inversão na ordem das gerações entre pais e filhos. Esse é o pior desserviço que um pai pode prestar a um filho.
Os pais precisam colocar limites para seus filhos crescerem. A criança é um ser com uma quantidade enorme de energia, que precisa, desde cedo, ser bem canalizada. Ela precisa aprender a gerenciar essa energia adequadamente e, para tanto, precisa de um enquadramento e um direcionamento que, principalmente, aos pais cabe dar.
     Hoje em dia, também é muito comum ouvirmos que pais e mães precisam ser amigos de seus filhos. Aqui, igualmente, é preciso ter cuidado com a inversão de ordem.
     É muito importante que pais e mães possam ser amigos de seus filhos, mas, antes de qualquer outra coisa, por amor a seus filhos, os pais têm o dever de educá-los, de colocar limites, estabelecer proibições. O que se espera de pais amigos de seus filhos, inclusive o que os próprios filhos precisam são de pais e mães mais próximos, mais disponíveis, abertos a escutá-los, a discutir e orientá-los naquilo que eles lhes solicitarem, ou naquilo que os pais entenderem necessário fazê-lo. Mas, precisam igualmente de pais que saibam dizer não, estabelecer o que é certo e o que é errado, e quais os limites que precisam ser seriamente respeitados.
Se os pais se comportam somente como amigos de seus filhos, podemos nos perguntar “quem estará fazendo o papel dos pais em seu lugar?” E esse é um grande perigo, pois a criança e o jovem precisam de orientação adequada e segura, além de alguém que apenas os ouça e os aconselhe como um amigo faria. Precisam, sim, de alguém que funcione como um porto seguro para onde recorrer, quando surgem os problemas e não sabem o que fazer, mas precisam que esse porto seguro seja suficientemente firme e forte para orientá-los quando não sabem como proceder, para repreendê-los quando estiverem errados e para ensiná-los a respeitar a si mesmos, e aos outros, preparando-os para a vida em comunidade.
    Quando se inverte o sentido dessa relação, com os filhos colocados em um trono, ou tratados como um rei, e com os pais deixando de cumprir sua função de educadores, as crianças crescem sem orientação, sem limites, sentindo-se sozinhas e desconectadas de sua própria família, sem uma verdadeira identificação com esses pais, pois lhes faltam um modelo forte, seguro e afetivo, que elas possam admirar, seguir, amar e respeitar.
Para educar um filho não há fórmula ou manual que se possa seguir, pois cada filho e cada pai e mãe são únicos em sua natureza. Todos precisam ser respeitados. Nós escolhemos com quem vamos nos casar, de quem vamos ser amigos, mas não escolhemos nossos filhos e nossos pais. Apenas temos que conviver com eles, e essa convivência nem sempre é fácil. Porém, uma coisa é certa, e precisa ser lembrada: Educar é também frustrar; é dizer não e contrariar a vontade do filho, quando necessário. Não há como escapar disso, sob pena de o próprio filho sofrer as conseqüências em sua saúde física e mental. Não há como ser bom pai ou boa mãe só esperando serem amados por seus filhos. É preciso, muitas vezes, suportar a frustração de ser odiado por seu filho num dado momento, para o próprio bem dele no futuro, ainda que isso, na maioria das vezes, custe muito caro aos corações dos pais e mães.




Fonte:http://www.psicologia.pt/artigos/ver_opiniao.php?codigo=AOP0092

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Casos de violência com professores em sala de aula no Rio

   O assunto voltou a ganhar destaque com a denúncia de uma professora, no dia 10 de junho, que acusou um aluno de 13 anos de quebrar seu dedo por tê-lo impedido de ouvir música durante a aula. Ela registrou queixa na delegacia por lesão corporal.


"A gente não pode mais fechar os olhos para isso. Existem muitos professores traumatizados, doentes, abandonando a profissão depois de receberem ameaças de morte."
 
  O grupo sacode as grades de ferro, lança bombas (tipo cabeça-de-negro) nos corredores, que explodem e estremecem as paredes do prédio. Grita, simulando uivos de animais, xinga e faz ameaças a quem ousa entrar na sua frente. Parece rebelião em um presídio, mas são atos de alunos rebeldes, relatados por professores de ensino médio e fundamental em um detalhado dossiê sobre violência nas escolas do Rio.

Educadores, doentes, são afastados e vivem a base de remédios.

Professoras 
A professora E., de licença médica, foi ameaçada
de morte por aluno (Foto: Aluizio Freire)

Mas profissionais da área já preparavam um amplo seminário sobre a violência nas escolas. Entre os temas do evento, que vai reunir educadores de vários estados no dia 25 de agosto na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), será discutido a Síndrome de Burnout, doença que tem afastado muitos profissionais do mercado de trabalho por estresse excessivo.

De acordo com estudos psiquiátricos, a Síndrome de Burnout caracteriza tensão emocional crônica provocada pelo trabalho estressante. Como o nome diz pouca coisa, só o quadro clínico do paciente pode revelar a gravidade e a evolução da doença.

"A gente não pode mais fechar os olhos para isso. Existem muitos professores traumatizados, doentes, abandonando a profissão depois de receberem ameaças de morte. Isso é muito grave. Não culpamos apenas os alunos, discriminados e vítimas de outras questões sociais. Mas a instituição, as secretarias de educação precisam oferecer um suporte psicológico para os alunos e uma estrutura de apoio para que os educadores não fiquem à mercê desse tipo de violência, que está sendo banalizado”, afirma a coordenadora do estudo, Edna Félix, que representa o Sindicato dos Profissionais da Educação (Sepe-RJ).

De acordo com o Sepe, as escolas da Região Metropolitana do Rio concentram os casos mais graves de violência. Segundo levantamento realizado pela entidade, somente na capital existem mais de 200 unidades de ensino situadas em áreas consideradas de risco, o que indicaria o alto índice dos casos de agressividade dentro das salas de aula.

Uma das vítimas dessa violência é a professora de História Nádia de Souza, 54 anos, 23 de magistério. Ela está de licença médica desde o dia 30 de junho de 2009, acometida de transtornos emocionais, de acordo com laudo entregue por sua médica na terça-feira (5), após consulta no Serviço de Psiquiatria da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, confirmando a necessidade de afastamento profissional da paciente.


Professoras 
      Nádia, com síndrome do pânico, não  consegue passar na porta de uma escola (Foto: Aluizio Freire)





Professora de História e Sociologia, pós-graduada em História da África, artista plástica e escritora, com dois livros publicados, Nádia lecionava na Escola Municipal Deodoro, na Zona Sul do Rio, até ser ameaçada por um aluno, no ano passado.

“Vou te quebrar”, disse um aluno ao ser informado que estava em recuperação. Sem conseguir mais ministrar suas aulas, entrou em licença médica.

Os primeiros sintomas de pânico surgiram durante uma viagem de metrô. À medida que o vagão ficava lotando aumentava seu desespero. Quando saiu estava em prantos, sufocada, com taquicardia. Precisou ser socorrida.

A paixão pelas crianças, o prazer de ensinar, se transformaram em aversão. “Dói muito a gente não poder fazer uma coisa para a qual se dedicou a vida inteira. É frustrante, é o fracasso”, revela Nádia.

Professora faz terapia há três anos
A professora não consegue nem mesmo passar na porta de uma escola. Sente calafrios. A estranha sensação de vazio, perseguição, surge em momentos inesperados. Durante uma conversa com amigos e familiares, na sala de casa, de repente foi acometida de um pânico inexplicável. Correu para o quarto e se escondeu embaixo da cama, gritando de medo.

“É um medo que não se sabe de quê. Sentimos um grande desamparo, como se o mundo e todos estivessem contra nós, prontos para nos agredir. É um sofrimento tão grande que sou obrigada a tomar antidepressivos e ansiolíticos diariamente. É como se tomasse remédio para dormir e para acordar", conta.

Outra professora que sofre da mesma doença é E.B., 53 anos, professora de Português do município há 13, formada em Letras e com pós-graduação em Literatura Brasileira pela Uerj. Ela faz terapia há três anos, passa por acompanhamento psiquiátrico e gasta cerca de R$ 200 por mês em remédios.

"Ele voou no meu pescoço e disse que eu ia acabar com a boca cheia de formiga."
E. já lecionou em escolas da Zona Oeste, próximas de favelas dominadas por traficantes, e também em bairros do subúrbio do Rio, onde enfrentou situações de violência, inclusive ameaças de morte.

"Em uma escola em Santa Cruz, certa vez, dois grupos de adolescentes, que representavam facções criminosas rivais, entraram em confronto e quase destruíram a escola inteira. Quebraram carteiras, arrombaram portas, jogaram bombas tipo morteiros pelos corredores que causaram uma explosão assustadora. Um horror. Aquele prédio, frio, com aquelas pilastras de concreto, os portões de ferro, parecia que estávamos no meio de uma rebelião em um presídio", compara.

Filho, também professor, já enfrenta problemas
De família de professores, apesar da experiência traumática E. não conseguiu impedir o filho mais velho, de 33 anos, de seguir a mesma carreira. Ele, que está terminando o doutorado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), também já sente as dificuldades de trabalhar em escolas que viraram palco de delinquentes.

"Quando sai de casa, ele me diz: 'Mãe, lá vou eu de novo para mais um dia no inferno’." Há cerca de um mês, seu filho presenciou uma briga entre alunos. Um deles jogou um explosivo sobre o outro, atingindo o pé do aluno que foi levado sangrando para o hospital.
E., durante um período que deu aulas em um colégio de São Gonçalo, na Região Metropolitana, sofreu mais um trauma. Foi ameaçada de morte ao comunicar a um aluno que havia sido reprovado.

"Ele voou no meu pescoço e disse que eu ia acabar com a boca cheia de formiga. Naquele dia, ao chegar em casa entrei numa crise histérica. Aos gritos, comecei a quebrar tudo que encontrava pela frente. Destruí minha cozinha. Meus filhos levaram quase três horas para me acalmar. Quem dedicou a vida inteira para oferecer o melhor para seu semelhante, que é a educação, não merece isso", lamenta, sem esconder as lágrimas.

Cópias dos dossiês produzidos pelo Sepe foram encaminhadas, além das secretarias de educação estadual e municipal, para a Comissão de Direitos Humanos e de Educação e Cultura da Câmara dos Vereadores e para o Ministério Público estadual

Resposta da Secretaria de Educação
Em resposta ao G1, a assessoria da Secretaria Municipal de Educação enviou a seguinte nota:
"A Secretaria Municipal de Educação esclarece que em abril deste ano, foi instituído o Regimento Escolar Básico do Ensino Fundamental. O regimento, entre outras medidas de caráter pedagógico e disciplinar, estabelece normas de condutas para os alunos nas escolas da rede municipal.
A Secretaria Municipal de Educação informa que o regimento instrumentaliza os diretores e professores e, ainda, valoriza o trabalho deles. Além de nortear o comportamento dos alunos, o regimento escolar resgata a autoridade do professor e faz com que os alunos passem a respeitá-lo mais.
Esse documento é um instrumento de trabalho de diretores e professores, para que possam ensinar em um ambiente tranquilo. Todas as medidas adotadas têm como objetivo estabelecer uma cultura de paz e garantir às nossas crianças o direito de aprender e sonhar com um futuro.
O Regimento Escolar Básico do Ensino Fundamental determina aos estudantes que não será permitido qualquer comportamento de agressão física, verbal ou eletrônica a aluno, professor, funcionário da unidade ou demais representantes da comunidade escolar. Também não será permitido o uso de adereços que expressem insinuações sexuais nas dependências da escola, bem como o uso do celular e de quaisquer aparelhos eletrônicos portáteis nas salas de aula."


Fonte:http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2010/07/professores-relatam-casos-de-violencia-de-alunos-em-escolas-do-rio.html


Situação da merenda em algumas escolas públicas



    A situação precária da merenda escolar distribuída nas escolas públicas brasileiras revela problemas de gestão, de educação e de cultura. As escolas estão abandonadas, com estruturas inadequadas e sem higiene. 




  As imagens mostram a merenda que está sendo servida em muitas escolas públicas do país. Os alimentos têm bicho, estão com a validade vencida e são armazenados sem condições mínimas de higiene. 

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Menino de 10 anos atira em professora e depois se mata em SP

Menino de 10 anos atira em professora e depois se mata em SP

David foi levado para um hospital da região e morreu às 16h50. A professora foi socorrida pelo helicóptero águia da Polícia Militar e internada no Hospital das Clínicas em São Paulo.


Um menino de 10 anos atirou na professora e depois se matou dentro de uma escola na região do ABC Paulista.


Quase dois mil alunos estudam na escola municipal Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Faltavam dez minutos para as 16h, segundo informação da própria prefeitura, quando David Mota Nogueira, de 10 anos, disparou com uma arma de fogo. O tiro atingiu, na altura do quadril, a professora Rosileide Queiroz de Oliveira, de 38 anos, que estava de costas. Havia 25 alunos no local. David saiu da sala e disparou contra a própria cabeça.


O aluno e a professora foram socorridos com vida. David foi levado para um hospital da região e morreu às 16h50. A professora foi socorrida pelo helicóptero águia da Polícia Militar e internada no Hospital das Clínicas em São Paulo. Ela se encontra fora de perigo, segundo a prefeitura de São Caetano do Sul.


O secretário de Segurança Pública de São Caetano do Sul, Moacyr Rodrigues, disse que o revólver calibre 38 usado pelo menino é do pai dele, um guarda civil municipal. Ainda segundo o secretário, a arma não pertence à corporação. O pai já prestou depoimento.
  •  Docente foi atingida no quadril e não corre o risco de morrer. Motivos do crime ainda são desconhecidos.                                        

    O que leva uma criança há cometer tamanho delito?                                                                                                 

    O que estava à passar na mente desta criança?                      

Perguntas que estão meio sem resposta...


SÃO PAULO - O corpo do estudante de 10 anos que atirou na professora e depois se matou dentro da sala de aula na escola Professora Alcina Dantas Feijão em São Caetano do Sul no ABC, está sendo velado no Cemitério das Lágrimas nesta sexta-feira, 23.
 
'Ele era a alegria do pai dele, um menino muito responsável, só tirava notas boas, ele cuidava do irmão mais velho (de 17 anos)', disse o tio de D., Maurílio Nogueira, 47 anos, na frente do velório.

Abalado, Adalto de Paula, primo da mãe de D.,  relatou à reportagem do estadão.com.br que uma das hipóteses para a tragédia seria ‘o D.  ter pego a arma por curiosidade, levado para a escola, mostrado a um colega de sala, e a arma ter disparado acidentalmente, atingindo a professora. Com medo da punição e das consequências, ele se matou. ’
Adalto disse ainda que o menor estava feliz na noite anterior ao crime e que ele havia ido brincar em sua casa com seu filho de 9 anos.
O enterro deve acontecer até as 16 horas desta sexta-feira, 23, com local a definir. O pai quer que seja no Cemitério das Lágrimas, destinado para adultos. Mas poderá ser também no Cemitério Cerâmica.  Parentes que moram em Minas Gerais estão vindo para São Paulo para acompanhar o funeral.



O crime. Segundo a Prefeitura da cidade, o aluno do 4º ano disparou contra a professora Rosileide Queiros de Oliveira, de 38 anos, e, em seguida, se retirou da sala e atirou na própria cabeça. 

O aluno foi atendido no Hospital de Emergência Albert Sabin, na Avenida Keneddy, em São Caetano, onde sofreu duas paradas cardíacas. Ele morreu por volta das 16h50. O corpo saiu do hospital e, por volta das 20h30, estava no Instituto Médico Legal (IML) do município. 

A professora foi socorrida pelo helicóptero Águia da Polícia Militar e levada para o Hospital das Clínicas, em São Paulo. Ela foi atingida na região posterior do lado esquerdo na altura do quadril e sofreu uma fratura no joelho direito. Seu estado de saúde é considerado leve/moderado e ela não corre risco de morte.

 

Fonte:(http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,corpo-de-crianca-de-10-anos-que-se-matou-apos-atirar-em-professora-e-velado-no-abc,776133,0.htm)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Bomba exlode em escola de Jundiaí (parte 2)











     


   


Bomba Caseira explode em escola de Jundiaí

    Cinco estudantes ficaram feridos, estorou no banheiro masculino destruiu completamente o banheiro, fazendo assim que vaŕios cacos de vidro espalhassem pelo chão, ambulâncias atenderam os alunos fora da escola e não só os alunos mas os vizinhos também, pois o impacto foi tão forte que chou toda vizinhança.


A polícia tem dois suspeitos de ter colocado uma bomba em um banheiro de uma escola pública de Jundiaí, no interior de São Paulo. Segundo a delegada Fátima Regina Gianceti, um dos possíveis responsáveis tem 19 anos e o outro 16. Ambos seriam estudantes da Escola Estadual Cecília Rolemberg Porto Guelli, onde ocorreu o crime.

A Secretaria de Estado da Educação diz que os responsáveis já foram identificados, porém não confirma se são os mesmos suspeitos da polícia.


A explosão aconteceu por volta das 10h , do dia 25 de maio de 2011 em um banheiro masculino da instituição de ensino. Doze alunos ficaram levemente feridos, segundo a secretaria estadual de Educação. Todos já haviam recebido alta nesta tarde.   



 Teto do bannheiro onde aconteceu o ocorrido.










 Aluna ferida sendo encaminhada para hospital mas próximo








Situação do banheiro onde a bomba explodiu











Ambulância prestando socorro a vizinhança
 

Clube da leitura

   "A leitura abre portas para vários outras dimessões,por isso nós,alunos da escola Casemiro Bezerra de Araújo estamos engajados nesta que será uma incrível viagem por mundos fantásticos".

                       As Crônicas de Narnia

  Lídia(eu) está lendo esse livro, senti muita empougação ao pegar o livro pela primeira vez, estou lendo e pela minha estou gostando!





    
                                         Dom Casmurro

 Lídia Já leu e parece que gostou, e não é para menos,o livro foi escrito por  um dos maiores escritoes Brasileiros.Machadodo de Assis.








                                     O Anel do Nibelugos

 Francineide está no momento lendo o mesmo, ela disse que é um livro muito bom e está gostando muito de toda a trama que ocorre no mesmo, ainda não tive a oportunidade de ler mas quando puder irei ler.





                            Quem Tem medo de Vampiro?


  Masciana está lendo o livro, a mesma diz que não está gostando muito da trama,mas mesmo assim não abandonou a história pela metade.





               
   
    E o Paulo wilton de entrometido aparece no meio das fotos.



  O nosso clube da leitura é maior más não de para colocar fotos dos outros menbros. Junte-se a nós e faça com que esse clube seja muito maior! 

  Em breve mais imagens,desse que será o maior clube da leitura que já existiu!

  Deixem seus comentários,agradece aquele que faz tudo para vcs com amor.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Massacre na Escola Municipal do Rio de Janeiro (parte 2)

  Essa tragédia vai marcada em todo país, crianças irão ficar traumatizadas e irão passar um bom tempo sem ir á escola e com toda razão!!!
    
       
      Um dia depois da tragédia na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio, serão realizados nesta sexta-feira (08/04) os velórios e enterros de pelo menos oito dos 12 mortos durante o massacre. Por determinação da presidenta Dilma Rousseff, os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Educação, Fernando Haddad, além da ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, devem comparecer às cerimônias.
    Ontem (7) à noite, a Polícia Civil do Rio divulgou lista parcial com os nomes de nove das 12 crianças e adolescentes mortos, com idades entre 12 e 15 anos. São dez meninas e dois meninos, de acordo com os dados oficiais. Relatos de sobreviventes da tragédia afirmam que o atirador Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, mirava na direção nas meninas.
Uma das alunas da escola municipal contou aos policiais que ao ouvir apelos das crianças para não atirar, Oliveira mirava na direção delas, tendo como alvo a cabeça. Os policiais informaram ainda que pelas análises preliminares há indicações de que Oliveira treinou para executar o crime.

Os mortos, cujos nomes foram divulgados após identificação pelos peritos,são:
    1- Karine Lorraine Chagas de Oliveira, 14 anos
    2- Rafael Pereira da Silva, 14 anos
    3- Milena dos Santos Nascimento, 14 anos
    4- Mariana Rocha de Souza, 12 anos
    5- Larissa dos Santos Atanázio, 13 anos
    6- Bianca Rocha Tavares, 13 anos
    7- Luiza Paula da Silveira Machado, 14 anos
    8- Laryssa Silva Martins, 13 anos
    9- Géssica Guedes Pereira, 15 anos
   10- Samira Pires Ribeiro, 13 anos
   11- Ana Carolina Pacheco da Silva, 13 anos
   12-Igor Moraes da Silva, 13 anos

   A tragédia ocorreu por volta das 8h30, quando Oliveira entrou na escola municipal, onde cursou o ensino fundamental, apresentando-se como palestrante. Depois, ele seguiu em direção às salas de aula e em uma delas, no segundo andar do colégio, atirou na direção das crianças e adolescentes.
  De acordo com a Secretaria de Saúde, mais de 30 crianças também teriam sido feridas no ataque desferido contra alunos da Escola Municipal Tarso Silveira, localizada na Rua General Bernardino de Matos. Responsáveis pelos alunos afirmaram que o criminoso teria disparado mais de cem vezes.       O Governador Sérgio Cabral aproveitou para agradecer ao sargento Alves, policial que atirou na perna de Oliveira e a quem chamou de “herói”. O sargento estava em blitz pela região e foi o primeiro a chegar ao colégio, por volta das 8h, quando uma criança baleada avisou que havia um atirador dentro da escola.
       “As crianças da escola disseram que realmente um grande banho de sangue. Foi horrível”, disse um pai de aluno.
       O Coronel Djalma Beltrame, comandante do 14º BPMERJ em Bangu, informou que o homem é um fundamentalista que acessa certos tipos de site na internet e que preparou todo o massacre. Segundo informou Beltrame, o homem quando viu a presença da polícia deu um tiro na própria cabeça e morreu no local após ser baleado nas pernas pelo policial Alves que foi correndo até o local depois de comunicado sobre o atentado por algumas vítimas.
  

Massacre na Escola Municipal do Rio de Janeiro!

    Tem coisas que achamos que nunca acontecerá conosco, que só acontece com o vizinho. No caso de assassinato em escolas, só em grandes países, como Estados Unidos, que já aconteceu várias vezes.
   Mas infelizmente, na manhã desta quinta-feira (07/04), um brasileiro de apenas 23 anos, acabou copiando exemplos negativos de outros países e concretizou o massacre de 11 crianças em uma escola municipal do Rio de Janeiro.
     Wellington Menezes de Oliveira, o atirador, era ex-aluno da Escola Municipal Tasso de Silveira, bairro de Realengo, Rio de Janeiro. Por isso conseguiu adentrar na escola tão facilmente e dizendo que iria fazer uma palestra. [mas cá entre nós, infelizmente a segurança nas escolas brasileiras não são confiáveis].        Além, de 11 crianças morrerem, 13 ficaram feridas, sendo que quatro em estado grave. Logo em seguida a polícia foi acionada e o atirador foi atingido por um policial, e posteriormente, Wellington se suicidou.
   O assassino das 11 crianças da Escola Municipal Tasso da Silveira, Rio de Janeiro, deixou uma carta. Na carta Wellington fala de questões religiosas, demonstra que o ataque foi totalmente premeditado, como também ainda relata o seu desejo de sepultamento.
   Depois de uma noticia dessa, todo mundo fica pensando, analisando e triste com o que anda acontecendo no mundo. Onde o bullying está cada vez mais crescente nas escolas, drogas sendo consumidas de forma acelerada entre os adolescentes, e até mesmo sendo comercializadas dentro do ambiente educacional, enfim, diversos fatores que deixam qualquer pai e mãe aprovados na hora de deixá-los no espaço escolar.
   E você? O que pensa de tudo isso? Deixe sua opinião.
  E para reflexão, fica uma frase, ou melhor, uma pergunta. “Todo mundo ‘pensando’ em deixar um planeta melhor para nossos filhos… Quando é que ‘pensarão’ em deixar filhos melhores para o nosso planeta?”. Essa pergunta foi à vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Palestra sobre sexualidade (Saúde e vida)

       No dia 24 de março a escola E.E.F.M Casemiro Bezerra de Araújo promoveu uma palestra sobre sexualidade, tema muito importante para todos. Este assunto já explorado neste blog, saiba mais aqui e depois vejam as imagens do acontecimento.
                                 Educação sexual

    A educação sexual busca ensinar e esclarecer questões relacionadas ao sexo, livre de preconceito e tabus. Antigamente e ainda hoje, falar sobre sexo provoca certos constrangimentos em algumas pessoas, mas o tema é de extrema importância, pois esclarece dúvidas sobre preservativos, DSTs, organismo masculino e feminino, anticoncepcionais e gravidez.

O objetivo principal da educação sexual é preparar os adolescentes para a vida sexual de forma segura, chamando-os à responsabilidade de cuidar de seu próprio corpo para que não ocorram situações futuras indesejadas, como a contração de uma doença ou uma gravidez precoce e indesejada. Infelizmente o ser humano tende a acreditar que o perigo sempre está ao lado de outras pessoas e que nada irá acontecer com ele mesmo, o que o coloca vulnerável a tais situações.



Os meios de comunicação, entre tantos outros que utilizam o sexo para chamar a atenção das pessoas, acabam por estimular e criar curiosidades precoces até em crianças, o que dificulta bastante o processo de conscientização e responsabilidade individual dessas sobre o assunto. Dessa forma, se torna cada vez mais importante ensinar os adolescentes quanto ao assunto, isso dentro de casa e nas instituições de ensino.


  Uma adolescente que engravida nesse período de transição corpórea pode sofrer muitos problemas de saúde, como anemia, parto prematuro, vulnerabilidade a infecções, depressão pós-parto, hipertensão, inchaço, retenção de líquidos, eclampsia, convulsões e até mesmo a morte. Apesar de problemas fisiológicos, quando uma adolescente engravida, ela passa também por problemas psicológicos, pois a mudança de vida rápida exige grande adaptação e isso pode gerar conflitos, pois uma grande etapa de sua vida foi pulada.

obs: a gravidez precose provoca bruscas transformações fisiológicas e     psicológicas.










Sempre o colégio Casemiro promove palestras  sobre assuntos abordados nas salas de aula, para que os alunos possam repassar par os demais conhecidos.

terça-feira, 22 de março de 2011

Passeata educativa da escola Casemiro Bezerra de Araújo

                               Cartazes produzidos pelos alunos!







            Neste momento nosso diretor está explicando a uma cidadã o que realmente é a dengue.



Em cima do carro nosso rei da suingueira estava,distribuia







  carisma para todos, e por isso mando um sava para ele "Salim o rei do swing".

Professores contribuindo com a divulgação de campanha de prevenção a dengue.

                               Os garotos animam todos tocando instrumentos.

Eu estava muito empolgada e feliz por tudo,e com o apito na boca pulava e se divertia muiiiiito!!!

segunda-feira, 14 de março de 2011

                  Dia da escola
   O dia da escola é comemorado em 15 de março, mas são poucas as pessoas que possuem consciência disso. A data simboliza uma ótima oportunidade para pensar o quanto essa instituição assume um papel importante em nossas vidas.
É através da escola que adquirimos o conhecimento das disciplinas e também aprendemos a ser pessoas melhores. No ambiente escolar temos a oportunidade de fazer amigos, desfrutar de novas experiências e também ampliar a visão de mundo.
Contudo, quando chegamos no ultimo ano do Ensino Médio, podemos sentir um aperto dentro do coração pelo fato de estar acabando. Sempre teremos boas lembranças da escola, dos sonhos que compartilhamos com os colegas e de todo o conhecimento de vida adquirido em sala de aula.
      Já parou para pensar quanto tempo passamos na nossa escola? É isto mesmo, grande parte ou quem sabe até a maior parte do nosso dia.
Lá encontramos nossos amigos queridos com quem brincamos, conversamos e trocamos confidências. Nossos professores nos esperam todos os dias prontos para passarem um novo assunto. Além de transmitirem seus conhecimentos, nossos mestres também estão sempre prontos a nos aconselharem quando é necessário.
Enfim, a escola é como se fosse a nossa segunda casa, por isto é importante aproveitar esta data e tratá-la com carinho!
Aproveite para fazer algo de positivo como preparar um mural bem bonito ou arrumar e enfeitar o pátio para celebrar o dia da escola!
      A escola, depois da família, é o primeiro grupo social a que pertencemos. E grupos sociais são importantes para que aprendamos a interagir com pessoas, a conhecer novos comportamentos e a respeitar uns aos outros. Além do mais, a escola é fonte de conhecimento e educação, tanto formal quanto informal, é um espaço onde o aluno é o protagonista e aprende a desenvolver suas atividades, além de ser um laboratório de inclusão social, promovendo no jovem o sentido de importância da comunidade.
Durante todo o nosso crescimento, precisamos de um referencial e essa é uma das principais funções da escola. Cada fase do aluno, novas necessidades e capacidades devem ser exploradas e para isso, a escola deve dispor de uma gama de profissionais como orientadores educacionais, professores e psicólogos.
Infelizmente, a educação no Brasil ainda não está satisfatória, apesar de índices cada vez mais positivos. Há um aumento da taxa de alfabetização, aumento do número de alunos que completam o nível superior, novas escolas de ensino fundamental foram construídas e há uma queda no índice de evasão escolar.
           
Homossexualidade na escola


   A escola, primeira vida social da criança e do adolescente, é o lugar onde aprendemos a história da nossa e de outras sociedades, lógica e línguas, política e diversos outros assuntos. Mas será que aprendemos tudo o que necessitamos? Será que a escola prepara os alunos para enfrentar a vida? Pois não podemos esquecer que os alunos são seres humanos, têm sentimentos, problemas, conflitos e aescola deve auxiliá-los em todos esses pontos também...
   Existe o ditado "A escola é nossa segunda casa", não? Mas a realidade dos alunos e a das escolas é mais difícil, variando de lugar para lugar. O preconceito e a desinformação está incrivelmente acentuada nos jovens. As direções de escolas muitas vezes fecham os ouvidos para não participar de conflitos. Em escolas particulares o caso se complica pelo fato de que a imagem da escola deve ser de agrado aos pais, e isto termina muitas vezes na indiferença para não serem tachadas de disseminadoras de homossexualidade ou qualquer outro tabu.
   Nas escolas da rede pública não acontece o mesmo, pois a grade curricular não é voltada para esta formação, mas ainda assim alguns professores tomam a iniciativa e tratam deste assunto nas suas respectivas matérias.
Quando questionadas sobre a possibilidade de relacionamentos homossexuais nas escolas, porém, as mesmas mantiveram-se em silêncio, não afirmaram que aceitariam, e a maioria disse que há leis internas que proíbem o relacionamento de alunos até mesmo heterossexuais, nas dependências da escola.


   Ainda não é possível falarmos de homossexualismo sem citarmos outro termo bem conhecido: o preconceito. Palavra que segundo o dicionário Aurélio significa: idéia preconcebida; suspeita, intolerância, aversão a outras raças, credos, religiões; significado que nos faz pensar se realmente esta palavra é utilizada corretamente, se for, temos consciência de todos esses sentimentos mesquinhos quando estamos sendo preconceituosos, seja para homossexuais, seja para a sociedade? Essa pergunta é de extrema importância e deveria ser feita sempre que fossemos formar opinião ou juízo critico sobre alguém.
     A capacitação dos professores e as ações educativas nas escolas, desde a infância e principalmente na pré-adolescência e adolescência, são importantes para favorecer o fortalecimento da educação sexual, tendo como alvo principal a desmistificação de assuntos ligados ao homossexualismo e lesbianismo, não esquecendo que é fundamental o estudo e a compreensão das inter-relações dos fatores sociais, políticos, econômicos e culturais, assim, potencializando a possibilidade de relações humanas mais igualitárias.
É preciso que questões relacionadas à orientação sexual sejam priorizadas na formação e capacitação dos profissionais da educação, pois o preconceito e a desinformação andam juntos.
             
       Por outros olhos a homossexualidade