Escola Aberta

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Massacre na Escola Municipal do Rio de Janeiro (parte 2)

  Essa tragédia vai marcada em todo país, crianças irão ficar traumatizadas e irão passar um bom tempo sem ir á escola e com toda razão!!!
    
       
      Um dia depois da tragédia na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio, serão realizados nesta sexta-feira (08/04) os velórios e enterros de pelo menos oito dos 12 mortos durante o massacre. Por determinação da presidenta Dilma Rousseff, os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Educação, Fernando Haddad, além da ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, devem comparecer às cerimônias.
    Ontem (7) à noite, a Polícia Civil do Rio divulgou lista parcial com os nomes de nove das 12 crianças e adolescentes mortos, com idades entre 12 e 15 anos. São dez meninas e dois meninos, de acordo com os dados oficiais. Relatos de sobreviventes da tragédia afirmam que o atirador Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, mirava na direção nas meninas.
Uma das alunas da escola municipal contou aos policiais que ao ouvir apelos das crianças para não atirar, Oliveira mirava na direção delas, tendo como alvo a cabeça. Os policiais informaram ainda que pelas análises preliminares há indicações de que Oliveira treinou para executar o crime.

Os mortos, cujos nomes foram divulgados após identificação pelos peritos,são:
    1- Karine Lorraine Chagas de Oliveira, 14 anos
    2- Rafael Pereira da Silva, 14 anos
    3- Milena dos Santos Nascimento, 14 anos
    4- Mariana Rocha de Souza, 12 anos
    5- Larissa dos Santos Atanázio, 13 anos
    6- Bianca Rocha Tavares, 13 anos
    7- Luiza Paula da Silveira Machado, 14 anos
    8- Laryssa Silva Martins, 13 anos
    9- Géssica Guedes Pereira, 15 anos
   10- Samira Pires Ribeiro, 13 anos
   11- Ana Carolina Pacheco da Silva, 13 anos
   12-Igor Moraes da Silva, 13 anos

   A tragédia ocorreu por volta das 8h30, quando Oliveira entrou na escola municipal, onde cursou o ensino fundamental, apresentando-se como palestrante. Depois, ele seguiu em direção às salas de aula e em uma delas, no segundo andar do colégio, atirou na direção das crianças e adolescentes.
  De acordo com a Secretaria de Saúde, mais de 30 crianças também teriam sido feridas no ataque desferido contra alunos da Escola Municipal Tarso Silveira, localizada na Rua General Bernardino de Matos. Responsáveis pelos alunos afirmaram que o criminoso teria disparado mais de cem vezes.       O Governador Sérgio Cabral aproveitou para agradecer ao sargento Alves, policial que atirou na perna de Oliveira e a quem chamou de “herói”. O sargento estava em blitz pela região e foi o primeiro a chegar ao colégio, por volta das 8h, quando uma criança baleada avisou que havia um atirador dentro da escola.
       “As crianças da escola disseram que realmente um grande banho de sangue. Foi horrível”, disse um pai de aluno.
       O Coronel Djalma Beltrame, comandante do 14º BPMERJ em Bangu, informou que o homem é um fundamentalista que acessa certos tipos de site na internet e que preparou todo o massacre. Segundo informou Beltrame, o homem quando viu a presença da polícia deu um tiro na própria cabeça e morreu no local após ser baleado nas pernas pelo policial Alves que foi correndo até o local depois de comunicado sobre o atentado por algumas vítimas.
  

Massacre na Escola Municipal do Rio de Janeiro!

    Tem coisas que achamos que nunca acontecerá conosco, que só acontece com o vizinho. No caso de assassinato em escolas, só em grandes países, como Estados Unidos, que já aconteceu várias vezes.
   Mas infelizmente, na manhã desta quinta-feira (07/04), um brasileiro de apenas 23 anos, acabou copiando exemplos negativos de outros países e concretizou o massacre de 11 crianças em uma escola municipal do Rio de Janeiro.
     Wellington Menezes de Oliveira, o atirador, era ex-aluno da Escola Municipal Tasso de Silveira, bairro de Realengo, Rio de Janeiro. Por isso conseguiu adentrar na escola tão facilmente e dizendo que iria fazer uma palestra. [mas cá entre nós, infelizmente a segurança nas escolas brasileiras não são confiáveis].        Além, de 11 crianças morrerem, 13 ficaram feridas, sendo que quatro em estado grave. Logo em seguida a polícia foi acionada e o atirador foi atingido por um policial, e posteriormente, Wellington se suicidou.
   O assassino das 11 crianças da Escola Municipal Tasso da Silveira, Rio de Janeiro, deixou uma carta. Na carta Wellington fala de questões religiosas, demonstra que o ataque foi totalmente premeditado, como também ainda relata o seu desejo de sepultamento.
   Depois de uma noticia dessa, todo mundo fica pensando, analisando e triste com o que anda acontecendo no mundo. Onde o bullying está cada vez mais crescente nas escolas, drogas sendo consumidas de forma acelerada entre os adolescentes, e até mesmo sendo comercializadas dentro do ambiente educacional, enfim, diversos fatores que deixam qualquer pai e mãe aprovados na hora de deixá-los no espaço escolar.
   E você? O que pensa de tudo isso? Deixe sua opinião.
  E para reflexão, fica uma frase, ou melhor, uma pergunta. “Todo mundo ‘pensando’ em deixar um planeta melhor para nossos filhos… Quando é que ‘pensarão’ em deixar filhos melhores para o nosso planeta?”. Essa pergunta foi à vencedora em um congresso sobre vida sustentável.